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Página 1 de 4 Segundo Masaru Emoto, a água possui uma memória. Este pesquisador japonês descobriu isso após vários anos de investigação para tornar visível a estrutura da água. Suas espetaculares fotografias mostram como a água muda conforme seu ambiente. Parece que tudo causa um efeito nela: não apenas as substâncias químicas ou outros poluentes, mas também o som, as palavras e até pensamentos.
O interesse de Masaru Emoto pela água surgiu quando estava estudando bioquímica na Universidade da Califórnia em Berkeley. Lá conheceu Lee Lorenzen, uma autoridade em aglomerados de água que havia provado que a água é capaz de armazenar informação.
A água possui a característica natural de formar aglomerados ou se juntar em grupos de átomos. Isso acontece, por exemplo, quando estimulada eletricamente, magneticamente, por raio laser, entre outras formas. Lorenzen mostrou que certos estímulos sempre criam os mesmos padrões de aglomerados. Os resultados não apenas se repetiam, mas eram também precisamente quantificáveis.
Emoto foi além e literalmente demonstrou que a água reage e pode ser influenciada pelo ambiente. Ele congelou a água a -5ºC, temperatura baixa o bastante para formar cristais de gelo, que puderam ser fotografados com o uso de um microscópio capaz de ampliar de 200 a 500 vezes o tamanho dos objetos. Os cristais são substâncias estáveis, cujos átomos e moléculas estão conectadas através de estruturas ordenadas em forma de treliça. Tais estruturas revelam, a olho nu, os processos que acontecem num nível atômico. Emoto descobriu que os cristais de água têm uma tendência a se ordenar em uma certa estrutura de forma metódica.
O resultado dessas mudanças químicas e energéticas torna-se visível na água congelada:
Molécula de água no momento de seu “nascimento” ou seja, na saída da nascente e molécula de água de um rio poluído: 
Emoto pesquisou todos os tipos de água e, com seus colegas, tirou 10.000 fotografias. Ele descobriu que a água limpa dos riachos de montanhas forma cristais hexagonais, enquanto que a água poluída geralmente não forma cristal algum. A água da chuva coletada em cidades ao redor do mundo apresentou padrões caóticas, quer, segundo Emoto, revelavam informações "não-metódicas". 
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